sábado, 13 de abril de 2013

A proposta..

Um rapaz ao chegar ao zoológico, percebeu que não havia um gorila, curioso questionou ao dono que em seguida fez-lhe uma proposta e disse: Jovem, te recompenso muito bem se você fingir ser o gorila. Apresentou-lhe a proposta e disse: Você topas? Ele convencido pela proposta e facilidade, aceitou.
Acontece que os mantenedores do zoológico, esqueceram-se da jaula do leão aberto, e como tudo que tentamos enganar nunca termina bem, a jaula do leão era ao lado. Enquanto isso o gorila, grande, forte se exibia a cada flash e elogios dos turistas, quando de repente percebeu mudanças espantosas nos rostos dos turistas. Manteve a pose virando-se para trás e viu o leão estava entrando na sua jaula. Agiu com esperteza, e jogou-se ao chão, fingindo-se de morto. Mas tanta esperta não resolveu. O leão continuava ao seu encontro e enquanto o leão se aproximava ele desesperou-se, lembrou-se de Deus, amigos e deu adeus com muita dor no coração a todos eles. O desespero foi tão grande que começou a gritar, querendo lutar por sua vida dentro daquela máscara e o pior era saber que ninguém o salvaria. Então o leão deu o bote, pulou em cima dele e disse: Calma cara, se você gritar tanto assim, seremos descobertos!
Moral da história: Esta é a vida rotineira de muitas pessoas. O carnaval passa, porém, nunca deixam de usar máscaras. Dentre os motivos para tantos usos, são confrontos de personalidade/caráter, onde muitas vezes o reflexo de suas atitudes se interligam direta/indiretamente na presença/ausência de uma base familiar (o que afeta o individuo para o restos de suas vidas, "as marcas").
A convivência com violências, aprendizados por mídias e demais locais vivenciados. O negativismo do desamor, conflitos de interesses como em vínculos empregatícios, cobiças, disputas, egoísmos e o fator negativo de tantas decepções amorosas.
São tantos itens negativos que afundam o caráter de um ser vivo, que nos fazem esquecer que ao vir inocentemente a este mundo, fora tão mutilado. O mutilado da Alma. Quando adulto ao conhecermos nos deparamos com pessoas, e não gentes. Estas e outras estórias. Tatiane Pessoa, adp.
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